domingo, 17 de maio de 2009

Extinguindo a Exclusão Digital

Com Boa Vontade Podemos Extinguir a Exclusão Digital

É difícil aceitar uma situação como esta: há dinheiro, há espaço nas escolas, há demanda, mas não há vontade política em fazer acontecer.
Os professores reconhecem que a Tecnologia é uma ferramenta importante no desenvolvimento do processo educacional de seus alunos, o problema é que, nem sempre, esta ferramenta é explorada no seu conceito mais básico, que é o de capturar e disseminar informações.
O analfabetismo digital é tratado como um problema secundário e nossas crianças vivem sem o conhecimento necessário à vida do cidadão comum.
É importante que cada estudante tenha a oportunidade de conhecer o que cada candidato pensa sobre o tema, ou que interesses políticos estão acima desta prioridade?
Quanto mais passa o tempo, mais difícil é estabelecer uma boa perspectiva para esses estudantes no mercado de trabalho. O mínimo de conhecimento de informática é um fator essencial em qualquer ramo de atividade e nos diversos concursos públicos, em qualquer nível escolar., que exigem que o candidato comprove estes conhecimentos mediante prova específica.
A cada ano perdido, o abismo entre o saber e a informação e a exclusão digital se torna maior. Em muitos casos, este caminho não tem volta, pois o estudante, ao mesmo tempo em que avança em sua grade curricular, também é lançado ao mercado sem o adequado conhecimento de informática, a esta altura sem qualquer chance de retornar aos bancos escolares, impingidos pelas necessidades da vida e nós professores, devemos ser o agente transformador dessa realidade, sabendo aproveitar todas as novidades criadas pelo desenvolvimento do mundo. Sem medo de apreender, de buscar. Não basta ter o conhecimento. É necessário fazer fluir esse saber de forma interativa e inovadora.

Um comentário:

  1. Dulce, penso que é uma responsabilidade grande sermos o agente transformador da exclusão social, mas como você disse não há vontade política, então que queremos ver resultados em nossa prática,temos que agir, e aqui vamos aos pouco fazendo a diferença e plantando nossa semente e no futuro ficaremos felizes com os frutos que iremos colher. OK!
    Abraços, Patrícia

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